Principal arma ofensiva da Nova Zelândia. Sua experiência em liga de elite, capacidade aérea superior e posicionamento estratégico são pilares da tática neozelandesa. Retornou de lesão em abril de 2026 e está 100% recuperado para a Copa.
// PÁGINA NÍVEL 4 // SELEÇÃO NOVA ZELÂNDIA // GRUPO G //
Quando o time entrou favorito nas odds
Odds equilibradas (razão < 1.5)
Quando o time entrou como azarão
Classificação por razão de odds 1x2 pré-jogo · Parelho = razão entre odds < 1.5 · Favorito = odd do time menor que a do adversário · Zebra = odd do time maior
Valores expressos em gols por jogo no intervalo · HT separa 1º tempo do 2º tempo.
Principal arma ofensiva da Nova Zelândia. Sua experiência em liga de elite, capacidade aérea superior e posicionamento estratégico são pilares da tática neozelandesa. Retornou de lesão em abril de 2026 e está 100% recuperado para a Copa.
Motor do meio de campo neozelandês. Sua presença na recomposição defensiva e capacidade de transição rápida são essenciais. Experiência em Red Star, Olympiacos e Nottingham Forest reforça sua versatilidade tática.
Oferece alternativa ofensiva e fluidez tática no meio. Sua capacidade de pressionar alto contra Egito e Irã é valiosa para variar o bloco defensivo neozelandês.
Juventude e velocidade para ataques rápidos de transição. Seu potencial criativo complementa o futebol direto centrado em Wood e adiciona dinamismo nas laterais.
Referência defensiva e liderança na linha de trás. Sua versatilidade e experiência na Championship inglesa agregam solidez à defesa neozelandesa face aos ataques coordenados de Bélgica, Egito e Irã.
Primeira escolha entre os três goleiros convocados. Sua familiaridade com o sistema de jogo neozelandês e comando defensivo são fundamentais para manter a compactação.
Não participou desta Copa.
Não participou desta Copa.
A Nova Zelândia retorna à Copa do Mundo após 16 anos de ausência, trazendo um elenco equilibrado com experiência em ligas europeias. Dos 26 jogadores convocados, destaca-se o capitão Chris Wood (Nottingham Forest), que lidera o ataque com sua presença física e aéreo dominante. A equipe apresenta bom equilíbrio defensivo com Tyler Bindon (Sheffield United) e Liberato Cacace (Wrexham) como referências nas laterais. Marko Stamenić (Swansea City) dita o ritmo no meio de campo, enquanto jovens talentos como Elijah Just adicionam dinamismo ofensivo. Com 26 jogadores no elenco, 20 jogos analisados e estatísticas de 2,55 gols marcados por jogo, a equipe apresenta um padrão ofensivo consistente (taxa ambas marcam de 35% e mais de 2,5 gols em 65% dos confrontos).
Ex-zagueiro de Watford, Wolverhampton e Walsall. Nomeado permanentemente em 2023 com contrato até 2026. Será o primeiro técnico na história a comandar seleções em U-17, U-20, Olimpíadas e Copa do Mundo.
Bloco defensivo mid-block contra equipes de maior posse (Bélgica 8-9 jogadores na terça defensiva); bloco mais elevado contra Egito e Irã com pressão na primeira linha de construção. Transições rápidas verticais aproveitando Wood; reciclagem lateral via laterais quando faltam oportunidades diretas.
Resultado agregado de 100.000 simulações Modelo HT FT Stats da Copa inteira.
As probabilidades de cada confronto abaixo são condicionais: assumem que esta seleção venceu as fases anteriores. Por isso a soma com o adversário pode passar de 100% — cada página mostra o caminho do seu time.
Confronto decisivo de toda a campanha neozelandesa. Com 30,3% de vitória no modelo, é a janela estreita onde mora toda a chance de uma campanha histórica: vencer a Turquia abriria os Oitavas contra a Argentina e colocaria a Oceania no mapa do futebol mundial mais uma vez.
★ Cenários otimista e pessimista são projeções heurísticas (otimista: +7pp avanço, expansão da semi; pessimista: −25pp avanço) — não saídas diretas das simulações Modelo HT FT Stats.