Principal atacante do time com média de 1,31 gols/90min. Marcou em ambos os WCs anteriores (2018, 2022) e carrega expectativa ofensiva da seleção.
// PÁGINA NÍVEL 4 // SELEÇÃO IRÃ // GRUPO G //
Valores expressos em gols por jogo no intervalo · HT separa 1º tempo do 2º tempo.
Principal atacante do time com média de 1,31 gols/90min. Marcou em ambos os WCs anteriores (2018, 2022) e carrega expectativa ofensiva da seleção.
Opção ofensiva versátil e alternativa a Taremi, traz profundidade tática no ataque.
Maestro do meio-campo responsável por transições e criação. Crucial para orquestrar contra-ataques em ambiente competitivo.
Volante experiente, líder defensivo da seleção iraniana, peça-chave na organização tática de Ghalenoei.
Peça central na defesa que enfrentou reveses em 2022. Fundamental para conter ataques de adversários no Grupo G.
Experiente goleiro responsável pela defesa em dois WCs anteriores. Figura de liderança no grupo e garantidor de solidez defensiva.
O Irã surpreendeu na Copa de 2018 ao vencer o Marrocos por 1-0 na sua quinta participação em Mundiais. A campanha foi marcada pela disciplina tática sob comando de Carlos Queiroz. Apesar de uma defesa organizada que frustrou vários adversários, o time não conseguiu avançar da fase de grupos. Um empate 1-1 com Portugal (com Karim Ansarifard marcando de pênalti na prorrogação) e derrota para Espanha (0-1) selaram o destino. A vitória sobre Marrocos foi apenas a segunda em 6 participações mundiais iranianas, demonstrando o potencial ofensivo limitado da seleção.
Catar 2022 teve momentos altos e baixos para o Irã. A seleção enfrentou um grupo mortal com Inglaterra, EUA e País de Gales. O golpe mais duro veio na estreia contra a Inglaterra: uma humilhante derrota por 6-2, com Mehdi Taremi marcando dois gols de honra. Em seguida, o Irã VENCEU o País de Gales por 2-0 em vitória histórica nos acréscimos (gols de Cheshmi aos 90+8' e Rezaeian aos 90+11'), antes de cair por 1-0 para os EUA na decisão do grupo. Total de 3 pontos (1V/2D), insuficientes para avançar. A equipe se recusou a cantar o hino nacional em protesto às manifestações políticas domésticas, sinalizando tensões extracampo que afetaram a performance coletiva.
O elenco iraniano permanece enraizado no campeonato doméstico (44 dos 49 jogadores atuam na Superliga da Persa), refletindo a estratégia do técnico Amir Ghalenoei de construir um núcleo coeso baseado em experiência acumulada. Apenas 8 jogadores atuam no exterior, criando desafios de competitividade frente a seleções com elencos mais cosmopolitas. Na defesa, Alireza Beiranvand (goleiro) e defensores como Ramin Cheshmi garantem solidez tática. No meio-campo, Saman Ghoddos e Mehdi Ghayedi coordenam a criação de jogo. No ataque, Mehdi Taremi é a arma principal: com 10 gols na temporada 2025/26 pelo Olympiacos (grego), mantém média impressionante de 1,31 gols por 90 minutos. Alireza Jahanbakhsh completa a linha ofensiva com experiência europeia. Uma questão sensível: Sardar Azmoun foi excluído do elenco de 30 por questões políticas (postagem em redes sociais em março, além de especulações sobre lesão), privando a seleção de um veterano com 57 gols em 91 partidas internacionais.
Segundo mandato na seleção iraniana após experiência prévia (2007-2008). Técnico pragmático com foco em coesão tática e aproveitamento de recursos domésticos limitados.
Sistema defensivo robusto (5-4-1 ou 4-4-2 compacto) que prioriza controle de espaço, transições rápidas e aproveitamento das bolas paradas. Enfoque no aproveitamento de Taremi como pivô de referência no ataque. Estratégia de grupo doméstico coeso sobre alternativas estrangeiras, sacrificando qualidade individual pela solidariedade coletiva.
Resultado agregado de 100.000 simulações Modelo HT FT Stats da Copa inteira.
As probabilidades de cada confronto abaixo são condicionais: assumem que esta seleção venceu as fases anteriores. Por isso a soma com o adversário pode passar de 100% — cada página mostra o caminho do seu time.
Os 32-avos contra a Turquia (43,2% de vitória iraniana) definem o destino da campanha: um confronto equilibrado onde a solidez defensiva iraniana enfrenta a qualidade técnica turca. Passar daqui abre as Oitavas contra a Argentina e a possibilidade de façanha histórica; cair — desfecho de 56,8% — termina a Copa na primeira eliminatória.
★ Cenários otimista e pessimista são projeções heurísticas (otimista: +7pp avanço, expansão da semi; pessimista: −25pp avanço) — não saídas diretas das simulações Modelo HT FT Stats.